Vintage

Móveis e objetos vintage, com cara de casa de vó, ganham destaque nas tendências de decoração e design.
Mas como surgiu o  "Vintage"?

Objetos com valor sentimental, móveis que passam de geração para geração, peças decorativas que são patrimônio da família: tudo que até pouco tempo atrás podia parecer interessantes somente em antiquários e cenários de produções de época ganha destaque em decorações de ambientes modernos. Mesclar em um mesmo espaço uma luminária art deco, uma estante fabricada no mês passado e almofadas em patchwork resulta em um ambiente cheio de personalidade, estilo e com cara do proprietário.
A palavra VINTAGE tem origem na língua inglesa e está relacionada a safras de vinho (vint é relativo à safra de uva e age significa a idade da bebida). O termo foi popularizado para outras áreas, especialmente para moda e design, para batizar peças e criações que foram referência em algum período. Assim como usamos o termo antiguidade para criações dos séculos 18 e 19, o vintage serve para o que foi de melhor produzido durante o século 20, em especial entre as décadas de 1940 e 1970.
De feiras de móveis e design a sites de decoração no estilo "faça você mesmo", a tendencia é vintage está em todas as pautas. Durante a ultima Abimad - Feira Brasileira de Móveis e Acessórios de Atla Decoração, que ocorreu em São Paulo, um dos Destaques apresentados pelos 157 expositores estava relacionado diretamente a tendências focadas em referências pessoais: peças com aparência gasta e valor sentimental, quase como herança de família. Na Feira de Colônia do ano passado, um dos eventos mais importantes do setor mobiliário, o patchwork e a mistura de velho e novo aparecem em muitos estandes. O vintage também aparece no design de eletrônicos, com aparência retrô, mas funcionalidade cheia de tecnologia - como, por exemplo, toca-discos com entrada USB, que pode ser conectado ao computador. Com o vintage, cada decoração é unica. O mote é se apropriar de objetos que fazem parte da história da família, misturando com peças adquiridas há pouco tempo, e construir um ambiente com a cara e a história do dono. Peças de crochê, bordados, detalhes feitos à mão, mesmo não sendo emprestados da casa da vó, já ajudam a dar um toque retrô a quem tem mais receio de ousar. Diversas marcas de produtos de utilidades domésticas já apresentam linhas de época, com peças de plástico e acrílico como as produzidas nos anos 1970, ou louças estampadas com rótulos de produtos antigos. A marca papéis de parece bobinex, lançou uma linha com a assinatura do designer: Marcelo Rosenmbaum com a cara dos anos 70. Mas o vintage não se limita aos móveis e objetos de decoração: diversas empresas estão investindo em produtos com tecnologia de ponta e design do século passado.
A LG lançou uma televisão portátil de 15 polegadas, nos estilo anos 1970. Também é possível deixar a cozinha e o banheiro com aura retrô. Empresas como a Brastemp e a Smeg lançaram linhas de geladeiras e fogões com cara antiguinha. Mas só os estilo remete ao passado: os eletrodomésticos retrô têm padrão A em economia de energia, controle de temperatura, externo, timer digital, entre outras funcionalidades. Banheiras feitas de resina de alta performance com controle de temperatura e vazão de água também trazem modelos retrô, unindo estilo, beleza e praticidade. Gastando muito ou pouco em produtos recém-saídos da loja, garimpados em feiras ou surrupiados da coleção da casa da vó, o importante do estilo vintage é transferir para o ambiente a personalidade do morador, de uma maneira única e especial. O valor emocional serve de tempero para as mais discretas ou mais ousadas tentativas

Fonte: Google e Casa Abril.

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