Poupe Água!

Segundo dados da Sabesp, a companhia de água e esgoto de São Paulo, escovar os dentes por cinco minutos com a torneira aberta resulta em até 80 litros de água escoando pelo ralo. Esse consumo pode ser reduzido a apenas 30% se o metal tiver dispositivos economizadores, como tempo determinado de abertura, sensor de presença, arejadores e registro regulador de vazão. Às vezes, o investimento pode não ser muito barato, mas logo se sente o retorno financeiro na conta de água.
De Bica alta, a Mebermatic 10090 C fecha automaticamente (seis a oito segundos). 
Mede 22,5 x 13,5 cm e é de liga de cobre com acabamento cromado, da Meber.

CONHEÇA AS TECNOLOGIAS E MINIMIZE O DESPERDÍCIO

  • As torneiras automáticas garantem economia significativa de água? - As empresas asseguram que sim. "Há modelos capazes de poupar até 70% se comparados aos convencionais", afirma Osvaldo Barbosa de Oliveira Junior, chefe da área de engenharia de aplicação da Deca. O segredo está no tempo controlado do fluxo de água, que não passa de dez segundos. Os mecanismos mais comuns de acionamento são os de pressão (é necessário pressionar o metal para a abertura) e os sensores de presença. "Esses últimos são ainda mais eficientes, pois interrompem a saída no momento em que se afastam as mãos, reduzindo as perdas, enquanto os primeiros cumprem na íntegra o período previamente determinado", justifica Daniel Jorge Tasca, gerente de desenvolvimento de produto da Meber.
  • É possível controlar o tempo de abertura? - Sim. Alguns produtos já vêm programadas, mas existem aqueles que permitem ao morador ajustá-los facilmente conforme suas necessidades. "Há uma norma técnica (a NBR 13713) apontando que o tempo deve variar de quatro a dez segundos", explica Alechandre Fernandes, gerente de marketing de produtos da Docol.
  • A instalação dos metais é diferente? - As torneiras de pressão e as portadoras de sensores que utilizam bateria têm instalação convencional e se adaptam facilmente a qualquer projeto. Já aquelas com sensor elétrico são mais exigentes: "Nesse caso, é obrigatório ter um ponto de energia próximo para alimentar o sistema", explica André Zechmeister, gerente de marketing da Roca. Qualquer que seja o modelo com reconhecimento de presença, sempre dependerá de uma caixa de componentes eletrônicos, que precisa ser fixada abaixo da pia, o mais próximo possível do metal.
  • Essas torneiras ainda são mais caras que as convencionais? - As tecnologias mais avançadas, como os sensores, costumam ter preços superiores, mas há muitos metais acessíveis. "Atualmente, sustentabilidade não é um conceito elitizado, e os fabricantes são forçados a desenvolver e adaptar suas linhas economizadoras para todos os perfis de consumidor", aponta o gerente da Meber.
  • O design é uma preocupação das marcas? - Antigamente, as torneiras automáticas eram exclusivamente de banheiros públicos. Agora, com sua chegada aos ambientes domésticos , os fabricantes passaram a levar em conta o desenho. "A Deca já produz linhas especiais, com visual diferenciado e mais arrojado, justamente pensando na aplicação em projetos residenciais", conta Osvaldo, que trabalha para a marca.
  • Está disponível algum certificado ou selo que garanta a economia? - "No Brasil, infelizmente não existe nenhum tipo de certificação para a economia de água", diz Alechandre, da Docol. Como forma de chamar a atenção para os benefícios de seus produtos, algumas empresas lançam os próprios selos e imprimem nas embalagens informações referentes à redução do consumo.
Matéria: Revista Minha Casa.(http://casa.abril.com.br/)

Revista "NCD Casa" na Regional de Balneário Camboriú

A "NCD Casa", a revista do Núcleo Catarinense de Decoração, será lançada em Balneário Camboriú nessa quinta-feira (22/03), às 19 horas, na Mellie Móveis. Com padrão das melhores publicações nacionais e produção em larga escala, a edição com 128 páginas está recheada de projetos de arquitetura, decoração e design de interiores, além de dicas gastronômicas, destinos de viagens, projetos internacionais, e ainda um perfil exclusivo do designer Karim Rashid.

Alfredo Vanelli, presidente do NCD, e Marcia Maurano, vice-presidente do NCD, no lançamento da revista em Florianópolis, em 29/02. (Créditos da foto: NCD/Divulgação).

Lançamento da NCD Casa em Balneário Camboriú
Data: 22/03 - quinta-feira.
Horário: 19 horas
Local: Mellie Móveis (BR 101 Km 147, Casa Branca, Itapema, SC).



Inauguração: ART Papel Papéis de Parede


A Art Papel apresentou, no dia dois de março deste ano, sua mais nova loja a um grupo de convidados que prestigiaram, junto aos anfitriões, o que há mais de moderno sobre papel de parede.
Os anfitriões recepcionaram convidados ilustres como Lourival Camargo (representante da JVN products), Luana Flava e Marcio Moreal (Maison Du Banho), Rose Bourckhardt (Lumière Iluminação de Itapema), Anabela Becker (Studio 4 Marcenaria e Design), Daniela Buzzi (fotógrafa de arquitetura), Suzana Bonfanti e Tiago Bonfanti (Bonart Móveis Sob medida), Sandro Neves e Marcio Roberto da Silva (Dinâmica Projetos e execuções) e para completar o time, também teve a participação e cobertura do RenoveDecore, da apresentadora e decoradora Carina Negrini.
A nova loja foi idealizada por Geovane Marques Lima, arquiteto e parceira de Giovandra Ambientes, para oferecer aos clientes maior comodidade, maior espaço, melhor localização e principalmente, a beleza, as cores e os desenhos do Papel de parede.
Com mais de 30 anos de experiência, surgiu a loja em 2009, oferecendo papéis com design europeu, arabescos, listras e florais. O portfólio é variado e sofisticado pensando em seu cliente, cada dia mais exigente com qualidade e estética.
A nova loja está bem próxima da antiga, na Rua 3800, Esquina Av, Brasil, n 241, na Barra Sul, Balneário Camboriú. Faça uma visita e com certeza irá se encantar.

Texto: Arquiteta Janete Krueger.
Colaboração: Jacson Hartmann Studio Design.


Genealogias: O impacto da herança do Líder

E vamos aprender mais um pouquinho?
1Cr 1.1-9.44

Os primeiros nove capítulos de 1Cr fornecem a genealogia dos líderes de Israel: quase um terço do livrio! O enorme espaço dedicado a essas listas de antepassados ilustra a grande importância da herança do líder hebreu.
Tal ênfase pode nos ensinar várias lições importantes. A nossa geração e a nossa cultura parecem dar bem menos valor ao antepassado familiar e à tradição do passado se comparados a outros povos na história. O que aprendemos das linhagens desses líderes hebreus?
1.Permanecem ligados à sua herança;
2.Viram o seu papel na história e obtiveram perspectiva do mesmo;
3.Também foram capazes de honrar e dedicar respeito aos seus antepassados;
4.Viram a sua linhagem como uma benção familiar e transmitiram essa benção adiante;
5.Usaram a sua herança para proverem senso de estabilidade aos seus filhos;
6.Perceberam o potencial de talentos e vocações;
7.Puderam reter a sua identidade mesmo quando exilados em país estrangeiro.

Logo, mais posts sobre 1Cr.
Helo.

Vintage

Móveis e objetos vintage, com cara de casa de vó, ganham destaque nas tendências de decoração e design.
Mas como surgiu o  "Vintage"?

Objetos com valor sentimental, móveis que passam de geração para geração, peças decorativas que são patrimônio da família: tudo que até pouco tempo atrás podia parecer interessantes somente em antiquários e cenários de produções de época ganha destaque em decorações de ambientes modernos. Mesclar em um mesmo espaço uma luminária art deco, uma estante fabricada no mês passado e almofadas em patchwork resulta em um ambiente cheio de personalidade, estilo e com cara do proprietário.
A palavra VINTAGE tem origem na língua inglesa e está relacionada a safras de vinho (vint é relativo à safra de uva e age significa a idade da bebida). O termo foi popularizado para outras áreas, especialmente para moda e design, para batizar peças e criações que foram referência em algum período. Assim como usamos o termo antiguidade para criações dos séculos 18 e 19, o vintage serve para o que foi de melhor produzido durante o século 20, em especial entre as décadas de 1940 e 1970.
De feiras de móveis e design a sites de decoração no estilo "faça você mesmo", a tendencia é vintage está em todas as pautas. Durante a ultima Abimad - Feira Brasileira de Móveis e Acessórios de Atla Decoração, que ocorreu em São Paulo, um dos Destaques apresentados pelos 157 expositores estava relacionado diretamente a tendências focadas em referências pessoais: peças com aparência gasta e valor sentimental, quase como herança de família. Na Feira de Colônia do ano passado, um dos eventos mais importantes do setor mobiliário, o patchwork e a mistura de velho e novo aparecem em muitos estandes. O vintage também aparece no design de eletrônicos, com aparência retrô, mas funcionalidade cheia de tecnologia - como, por exemplo, toca-discos com entrada USB, que pode ser conectado ao computador. Com o vintage, cada decoração é unica. O mote é se apropriar de objetos que fazem parte da história da família, misturando com peças adquiridas há pouco tempo, e construir um ambiente com a cara e a história do dono. Peças de crochê, bordados, detalhes feitos à mão, mesmo não sendo emprestados da casa da vó, já ajudam a dar um toque retrô a quem tem mais receio de ousar. Diversas marcas de produtos de utilidades domésticas já apresentam linhas de época, com peças de plástico e acrílico como as produzidas nos anos 1970, ou louças estampadas com rótulos de produtos antigos. A marca papéis de parece bobinex, lançou uma linha com a assinatura do designer: Marcelo Rosenmbaum com a cara dos anos 70. Mas o vintage não se limita aos móveis e objetos de decoração: diversas empresas estão investindo em produtos com tecnologia de ponta e design do século passado.
A LG lançou uma televisão portátil de 15 polegadas, nos estilo anos 1970. Também é possível deixar a cozinha e o banheiro com aura retrô. Empresas como a Brastemp e a Smeg lançaram linhas de geladeiras e fogões com cara antiguinha. Mas só os estilo remete ao passado: os eletrodomésticos retrô têm padrão A em economia de energia, controle de temperatura, externo, timer digital, entre outras funcionalidades. Banheiras feitas de resina de alta performance com controle de temperatura e vazão de água também trazem modelos retrô, unindo estilo, beleza e praticidade. Gastando muito ou pouco em produtos recém-saídos da loja, garimpados em feiras ou surrupiados da coleção da casa da vó, o importante do estilo vintage é transferir para o ambiente a personalidade do morador, de uma maneira única e especial. O valor emocional serve de tempero para as mais discretas ou mais ousadas tentativas

Fonte: Google e Casa Abril.

Yabba-Dabba Doo!!!


Que tal morar nessa casa? Parece familiar? Quem arriscou pensar que se trata da casa dos nossos queridos Flintstones não acertou- porém não pode ser punido. Essa construção em Malibu é propriedade do apresentador de TV americana Dick Clarke, que obviamente se inspirou no desenho animado para construir seu recanto de um quarto, muita pedra, e uma vista invejável! Para quem se interessar, o imóvel está no mercado por US$ 5,5 milhões...









Triptyque


Quatro amigos que se conheceram na École d'Architecture de Paris-La-Seine, na França, formam um dos escritórios (eles chamam de atelier) de arquitetura mais vanguardistas da atualidade. No ano 2000, Grégory Bousquet, Carolina Bueno, Sibaud Raffaelli e Guillaume Olivier fundaram a Triptyque - expressão que significa três painéis que formam uma única obra - no Brasil. Eles definem seu trabalho como a busca constante pela inovação, sempre respeitando a responsabilidade social e ambiental. Um dos projetos mais recentes é o MORAR CARIOCA. Selecionados pela prefeitura do Rio para coordenar a urbanização de favelas, eles querem mais. "É uma oportunidade de estudar o problema da moradia informal. É mais que construir por cima da favela, queremos aproveitar o patrimônio existente", definem. O Trabalho da Triptyque já foi premiado com o NAJA (Nouveaux Albums da la Jeune Architecture), que funciona como um catálago de novos talentos europeus do Ministério da Cultura da França e dá o direito dos vencedores de participar da arquitetura pública. Eles também participaram da exposição Comtemplando o Vazio, no Museu Guggenheim de NY, e do Festival de Arquitetura de Londres. Um de seus prédios, o Fildaga 727, em São Paulo, tem a base em X, um apartamento diferente do outro, todos com ventilação de 300 graus. "As unidades são empilhadas de acordo com uma variação não-linear e não-modular de tipologias e janelas, dando ao edifício a sua aparência, marcado pela utilização de materiais simples e urbanos", definem os arquitetos.

Fildaga 727





Créditos: http://casa.abril.com.br/

Menos é Mais!


Se Deus está nos detalhes, ele contribui para que estes fossem impecáveis. O arquiteto alemão Ludwig Mies Van der Rohe (1886-1969) cunhou muito mais do que frases que se tornaram marcos do design ( "Menos é mais" e "Deus está nos detalhes").
Foi ele que abriu o caminho para a arquitetura dos grandes espaços, para o designer, os espaços deveriam ser preenchidos pela vida, e não por elementos superficiais ou excessivos.
Ao Lado de gênios como Frank Lloyd Wright e Le Corbusier, foi um dos criadores do chamado International Style, que caracteriza uma arquitetura de linhas sóbrias e racionais, mas sofisticadas.
Foi professor da Bauhaus ( Alemanha, 1919-1933), primeira escola de design do mundo, de cárater vanguardista, que se tornou o grande marco do modernismo na arquitetura. Os edifícios da sua maturidade criativa fazem uso de materiais modernos, como o aço industrial e o vidro para definir os espaços interiores, e a aparência exterior de suas obras. Concebeu espaços austeros, elegantes e cosmopolitas. Emigrou para os Estados Unidos em 1937, onde dirigiu o departamento de arquitetura do IIIinois Institute of Technology de Chicago, entre 1938 e 1959.
Sua primeira obra importante foi o pavilhão alemão para a Exposição Internacional de Barcelona, de 1929, ícone da modernidade. Seus prédios de apartamentos abriram caminho, do ponto de vista construtivo e urbanístico, para obras posteriores. Disso são exemplos os Promontory Apartments de Chicago (1951); os Batery Park Apartments de Nova York ( 1957 a 1958) e o Seagram Building dde Nova York (1956 a 1959). Um dos móveis mais célebres criados por ele é a Cadeira Barcelona (1929). Mais importante do que sua trajetória é seu legado: foi ele que abriu o caminho para a arquitetura dos grandes espaços - para o designer, os espaços deveriam ser preenchidos pela vida, e não por elementos superficiais ou excessivos. Sua obra é um retrato da era industrial, colocando em evidência os materiais ásperos e construtivos, sem abrir mão da elegância e da universalidade. Ao retirar de cena os elementos superficiais, o arquiteto expõe o que é essencial: a vida, e não sua forma. Ainda que as formas criadas por ele sejam, em si, um estilo de viver.


Farnsworth House, de 1951 em Plano, IIIinois (EUA), um dos mais
famosos exemplos da arquitetura modernista residencial.

Mais informações no site da Mies Van der Rohe Society: www.miessociety.org 


DESCOBRINDO AS CORES | GUIA DE CORES | EP 1

Olá pessoal!!! Hoje dou início a nossa primeira série de vídeos lá no canal!, o GUIA DE CORES!! Serão 5 vídeos, toda segunda-feira d...